Ela se chamava Alasca e comparando-a, as vezes, realmente era fria. Porém, o nome era totalmente irônico quando ela sorria e como se fosse o dia mais quente do ano, eu me derretia.
Essa é a Alasca. 
Tá, talvez eu não seja um escritor tão de merda assim. Mas não consigo organizar minhas ideias. Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações.
A Culpa É Das Estrelas.    
Mas por que Alasca?”, perguntei. Ela sorriu com o canto direito da boca. “Bem, depois eu descobri o que significava. É uma palavra de origem aleúte, Alyeska. Significa ‘aquilo em que o mar bate’, e eu adorei. Era grande, como eu queria ser.
John Green.
Mas isso não é errado é? Digo, trancar a porta, debruçar-me na cama e tentar pôr pra fora toda a dor, toda a angústia acumulada na vida me afogando em meio a lágrimas. Vomitando os choros engolidos durante o dia-a-dia. Estou fazendo certo não estou? Por favor, me diz que estou. Ou me mostra o jeito certo.
Rennan Alves.